Moradores da região entre os bairros Mata da Praia e Jardim da Penha, em Vitória, encontraram uma substância suspeita espalhada pelo chão de uma praça bastante frequentada por famílias, crianças e tutores de animais de estimação. O caso gerou alerta nas redes sociais e mobilizou a comunidade local.

De acordo com relatos de moradores, grânulos coloridos, com aparência semelhante a raticida, foram encontrados espalhados pelo piso da praça, próximo à Alameda Ismael Ribeiro Pereira. As substâncias, de cor rosa, estavam distribuídas em diferentes pontos do local.

O delegado da Polícia Civil do Espírito Santo, Leandro Piquet, esteve no local e confirmou que amostras do material foram recolhidas pela comunidade e pela equipe policial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o delegado informou que o produto será encaminhado para análise toxicológica na Polícia Técnico-Científica, que vai determinar a composição da substância.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o que é o produto encontrado.

Comunidade se mobilizou para limpar a praça

Segundo relatos compartilhados em grupos de moradores, tutores de cães que frequentam a praça se organizaram para varrer o local e recolher o maior volume possível da substância. A preocupação é que animais e crianças possam entrar em contato com o material.

A praça é um ponto de convivência muito utilizado por moradores dos dois bairros, especialmente no fim da tarde e início da noite, quando famílias costumam passear com crianças e pets.

Delegado pede atenção redobrada

Em sua publicação, o delegado Leandro Piquet orientou a população a manter os animais de estimação sempre na guia, observar o chão com atenção durante os passeios e redobrar os cuidados com crianças pequenas.

O delegado informou ainda que novas atualizações sobre o caso serão divulgadas assim que o resultado da perícia toxicológica for concluído.

Como denunciar

Moradores que encontrarem substâncias suspeitas em praças ou áreas públicas podem registrar a ocorrência pelo telefone 181 (Disque-Denúncia) ou procurar a delegacia mais próxima. A orientação é não manusear o material diretamente e, se possível, registrar o local com fotos antes de acionar as autoridades.

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Feito no Espírito Santo.